sexta-feira, 27 de março de 2015

quinta-feira, 26 de março de 2015

quarta-feira, 25 de março de 2015

terça-feira, 24 de março de 2015

sexta-feira, 20 de março de 2015

quinta-feira, 19 de março de 2015

quarta-feira, 18 de março de 2015

terça-feira, 17 de março de 2015

domingo, 15 de março de 2015

sábado, 14 de março de 2015

sexta-feira, 13 de março de 2015

quinta-feira, 12 de março de 2015

Dilma e o "Panelaço"

Charge publicada na edição de hoje do Diário de Caratinga,
Diário de Manhuaçu e Diário de Teófilo Otoni

terça-feira, 10 de março de 2015

domingo, 8 de março de 2015

sábado, 7 de março de 2015

quarta-feira, 4 de março de 2015

terça-feira, 3 de março de 2015

domingo, 1 de março de 2015

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Manifesto dos Cartunistas Mineiros Pela Liberdade

Cartunistas mineiros em exposição na Aliança Francesa de BH.

Inaugurou na última quarta-feira, 11, na Galeria Georges Vicent, Rua Tomé de Souza / Savassi, na Aliança Francesa de Belo Horizonte,a exposição de cartuns e charges "Je Suis Charlie, uai" reunindo 23 cartunistas mineiros em homenagem às vítimas do atentado em Paris. A mostra segue até o dia 7 de março. 

Outras informações no telefone 3291.5187 
ou pelo e-mail afbh@aliancafrancesabh.com.br

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

domingo, 21 de dezembro de 2014

Edra, Um Incentivador da Cultura

Auto caricatura

Élcio Danilo Russo Amorim. Esse é o nome de um caratinguense que fez e ainda faz muito pela cultura. 
Edra, como é conhecido, iniciou como desenhista arquitetônico. É cartunista, designer gráfico, produtor cultural e editor. Também é diretor da Casa Ziraldo de Cultura, espaço que tem papel fundamental na descoberta de novos talentos da cidade. 
Nesta entrevista ao Diário de Caratinga, ele conta um pouco do início de sua carreira e de alguns episódios que marcaram a sua vida profissional. 
E claro, ele não deixa de citar o ilustre caratinguense Ziraldo Alves Pinto, a quem chama de ídolo.

Entrevista Diário de Caratinga - Introdução

sábado, 20 de dezembro de 2014

Quando Você Começou a se Interessar por Charges, Quadrinhos? Quem te Influenciou?

Comecei acompanhar o trabalho do Laerte na Revista Placar

- Quando criança gostava muito de desenhar, o que é natural nesta fase. Sempre me destaquei em sala de aula, não só pelos desenhos, mas também pela minha habilidade manual, o que acabava me levando a fazer os trabalhos dos meus colegas também. 
O meu interesse pela ilustração, mais precisamente pelas charges e cartuns, se deu por meio dos livros. Durante a infância, adorava ler a “Revista Recreio” (mais do que revistas em quadrinhos), que além de passatempos interessantes que estimulavam a criatividade, trazia também textos de autores conceituados da literatura infantil e belas ilustrações. 
Tinha o hábito de ler jornais e quando me deparava com as charges, achava engraçado, e ao mesmo tempo, muito interessante pelas mensagens que transmitiam. 
Sempre ligado em futebol não saía das bancas de revistas para comprar o “Jornal dos Sports” e a “Revista Placar” que estampavam, em sua última página, charges e tirinhas do genial Laerte que, ao contrário do que muita gente imagina, foi ele, antes do Ziraldo, que despertou em mim a curiosidade pelo universo das charges, me influenciando diretamente. 
Ali eu me deparei com três paixões que me moviam: o desenho, o futebol e o humor. Despertei para o assunto e comecei a criar e rabiscar os meus primeiros desenhos de humor. 
Por ser muito tímido e inseguro, não mostrava para ninguém e engavetava todos.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Quando Esta Habilidade Para o Desenho Começou a se Tornar Sua Profissão de Fato?

No primeiro emprego, como desenhista arquitetônico.

- Comecei a trabalhar aos 15 anos como desenhista arquitetônico. Esse trabalho me deu conhecimento de perspectiva, ângulos e tal. Aos dezoito anos, meu primeiro desenho foi publicado por uma revista "Personal Humor" de Curitiba em troca de uns trocados como colaborador. 
No mesmo ano, tive um desenho selecionado no Salão Internacional de Humor de Piracicaba. Isto foi me dando segurança e a sensação que eu levava realmente jeito pra coisa. 
Em 1980, morando em Brasília e ainda trabalhando com desenho arquitetônico, resolvi ir de encontro ao meu grande sonho. Precisei enfrentar minha timidez peculiar e, com minha pasta de desenhos debaixo do braço, fui até o jornal “Correio Braziliense”
Assim que o editor deu as primeiras foleadas começou a rir e a mostrar para os colegas de redação, depois virou pra mim e disse: “quer começar amanhã?”. 
Abri mão de uma profissão segura e rentável na época e fui, literalmente, com todo risco, trilhar um novo caminho.

Entrevista Diário de Caratinga - Parte 4

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Quando e Como Foi o Seu Primeiro Contato com Ziraldo?

Ziraldo: ídolo e parceiro em vários projetos

- Meu primeiro contato com Ziraldo foi em 1977, no aniversário de 70 anos do pai dele, o Sr. Geraldo Alves Pinto (que hoje dá o nome a rua onde moro), comemorado aqui em Caratinga. 
Na ocasião, tremendo da cabeça aos pés, mostrei a ele a pasta com os meus desenhos que estavam engavetados há uns quatro anos. Tempos depois, em 1998, já profissional, pedi a ele um prefácio para o meu livro de cartuns “Se Rir, Eu Choro”. Ele nem sabia mais quem eu era, mas conheceu e gostou do meu trabalho. 
Depois de uns quatro meses de telefonemas, recebi o prefácio com um belo texto, por coincidência, no dia do meu aniversário. Mas nossa aproximação foi demorada. 
Dois anos depois, ele voltou a me atender em outro pedido, criando o cartaz do 3º Salão de Humor de Caratinga e mesmo sendo convidado desde a primeira vez, só marcou presença, finalmente, na 6ª edição, em 2004, quando voltou a assinar o cartaz do evento, e na sequência desenhou também os do sétimo e oitavo salão. O Salão virou referência internacional entre os cartunistas e por onde andava, o Ziraldo ouvia elogios, inclusive na China. 
Em 2006, num encontro que tivemos em Brasília, ele se aproximou de mim, fez a maior festa e bem ao seu jeitão gritou: "este menino é doido! Ele realiza em Caratinga, um Salão Interrrrrrrrnacional de Humor que é uma maravilha!" Daí, veio a pergunta: “quantos cartazes já fiz para o Salão?”. Quatro, respondi. Ele colocou a mão sobre os meus ombros e disse: “pois agora quero desenhar todos daqui pra frente, até eu morrer! Respondi de bate pronto: “vida longa pra você, meu mestre!”. 
Com o passar dos anos, cresceu a nossa amizade, a confiança e fizemos muitas parcerias em edições de revistas, jornais, culminando na edição do livro “Ninguém Segura Caratinga”, amplamente divulgado em suas entrevistas, concedidas nos programas do Jô Soares, Leda Nagle e Amaury Júnior e lançado com sucesso em Brasília, Rio e São Paulo. Assim chegamos até a criação da Casa Ziraldo de Cultura.

Entrevista Diário de Caratinga - Parte 5

Em Brasília, falando sobre a criação de um
salão de humor em Caratinga

Na casa do ídolo, vendo o jogo do Flamengo e o
presenteando com seu livro e uma caricatura.

Uma honra ser amigo do mestre

Parceria no livro "Ninguém Segura Caratinga"

Com cartunistas na inauguração da Casa Ziraldo de Cultura

Edra Participa de Encontro de Cartunistas no Rio de Janeiro. Exposição vai até 31 de Março / 2015

Grandes nomes do cartum nacional marcaram presença

Aconteceu no último sábado, 13, a abertura do IX Encontro Anual dos Cartunistas, na cidade do Rio de Janeiro. 
O cartunista caratinguense Edra marcou presença novamente com seus desenhos na cidade maravilhosa. 
Com o tema “Pro ano não morrer na praia” a exposição, que é realizada desde 2005, reúne desenhos, entre cartuns, charges e caricaturas, de grandes nomes do cartum nacional entre eles Ziraldo, Jaguar, Ique, Nani, Guidacci, Ferreth, Amorim, JBosco, os irmãos Caruso, entre tantas outras feras. 
A mostra vai até o dia 31 de março de 2015 no Restaurante Martínez, na avenida Atlântica, 974, Leme, no Rio de Janeiro.

Fonte: Diário das Gerais - Edição de hoje.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Você tem uma história com o Diário de Caratinga. Como foi o começo deste trabalho para o jornal?

Exposição itinerante "10 anos de charges /  Diário de Caratinga".

Durante muito tempo as suas charges 
foram destaques nas capas do impresso.  

- Minha história com o Diário de Caratinga é um capítulo muito significativo em minha vida profissional e tem um valor pessoal muito importante por vários aspectos. 
Fazer charge numa cidade do interior, onde os fatos e as pessoas estão estreitamente interligados, seja nas ruas, atividades profissionais ou sociais, não é nada fácil. 
Porém foi este um dos fatores primordiais para que eu aceitasse este desafio. O propósito era ter uma atuação cidadã mais acentuada na cidade onde nasci e que tanto amo. 
Foi justamente num dos momentos mais dramáticos da nossa cidade (as enchentes de 2003 e 2004) que voltei a desenhar para o Diário. Antes, em 1997, fiz charges quando ainda era Diário do Aço/Caratinga, que originou o livro “Bagunçaram o Meu Coreto”. Quando completei dez anos no jornal, tinha feito mais de 2000 charges que abordavam os mais variados temas, desde os mais amenos, passando pela rivalidade entre os atleticanos e cruzeirenses, até os acontecimentos mais polêmicos. 
O fruto desta parceria foi registrado com a edição de cinco livros de charges que considero um marco importante na história da nossa comunicação e da minha vida também!

Entrevista Diário de Caratinga - Parte 7

10 anos de charges foram registradas em cinco livros.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Sendo Você o Fundador da Casa Ziraldo de Cultura, Qual a Sua Avaliação Deste Espaço Cultural em Caratinga?

Fachada da Casa Ziraldo de Cultura,
fundada em 27 de novembro de 2009.

 - Um divisor de águas. Embora, ainda esteja funcionado, desde sua fundação, com apenas 30% das ações pensadas em sua concepção, a Casa Ziraldo de Cultura vem cumprido o seu papel, impulsionando a vida cultural em nossa cidade e estimulando novos talentos e valores culturais, por meio de atividades artísticas dos mais variados segmentos. 
Outro ponto de destaque é o resgate de nossa história. A Casa Ziraldo de Cultura é palco de homenagens para aqueles que deram sua contribuição, deixando um rico legado para o cenário cultural caratinguense. Já contabilizamos mais de 300 eventos, então, basta imaginar que se não tivéssemos conquistado esta estrutura, muitos deles não poderiam ter sido realizados. 
Muitos artistas queriam realizar alguma atividade e não conseguiam um espaço adequado, outros foram estimulados a colocar pra fora a sua capacidade criativa a partir do momento que passaram a adquirir este respaldo. 
Um espaço democrático, um ideal coletivo. Ali é a casa de todos os artistas e agentes culturais de Caratinga, consagrados ou não; iniciantes e aprendizes de todas as manifestações artísticas, sem nenhum ônus, tanto para quem se apresenta quanto para o público visitante. 
Um espaço privilegiado que possibilita o acesso de todos, o que é, sem dúvida, muito importante. Portanto, a Casa Ziraldo é hoje uma das vertentes que impulsiona a evolução de nossa cidade, não tão somente na parte cultural, mas também no social, no turismo, servindo ainda, de referência para criações de outros espaços, o que é muito salutar. 
Neste ano completamos cinco anos de fundação. Agradeço ao prefeito Marco Antônio por estar à frente deste trabalho novamente, mantendo em mim, a esperança, de que terei todo o apoio necessário para o funcionamento em sua plenitude conceitual, conforme foi idealizado e implementação de várias atração culturais para a nossa cidade.

Entrevista Diário de Caratinga - Parte 8

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Como Surgiu o Salão de Humor de Caratinga?

Salão Internacional de Humor de Caratinga
 O mais importante em Minas. Entre os principais do país.

- Já cartunista profissional, em Brasília, participando de vários salões de humor no Brasil e exterior, idealizei um salão de humor em Caratinga, mesmo sem ter conhecido nenhum pessoalmente. Não tinha a menor ideia da dinâmica deste evento. 
Contudo o nosso salão de humor começou grande, tanto pela quantidade, quanto pela qualidade dos trabalhos recebidos, com inscrições de artistas de 45 países, atraídos pela oportunidade de participar de um salão, justamente na terra onde nasceu Ziraldo, um ícone dos cartunistas, uma das maiores referência do desenho de humor mundial. 
O primeiro salão de humor foi realizado no 150º aniversário de Caratinga, em 1998. Mais tarde, instituí o “Troféu Pererê” para que o evento fosse uma homenagem perene ao Ziraldo, o que ajudou a projetar o nome da nossa cidade, por meio de sua criatividade e pelo talento dos seus traços. 
Pela organização e credibilidade adquirida ao longo de doze edições realizadas, o Salão Internacional de Humor de Caratinga é o principal do nosso estado e está entre os cinco maiores do Brasil.

Entrevista Diário de Caratinga - Parte 9

Charge Exposta no IX Encontro Anual de Cartunistas no Restaurante Martínez, no Rio de Janeiro

"Pro Ano Não Morrer na Praia" - Exposição de 50 cartunistas.
De 13/12 a 31 de março de 2015.
no Restaurante Martínez, Av. Atlântica, Leme, Rio de Janeiro

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Qual é a Importância dos Salões de Humor Para o Chargista?

Exposição no Salão Internacional de Humor de Caratinga

- Ao expor os trabalhos originais dos artistas, o Salão de Humor se transforma num palco, (ou seria picadeiro?..rss), servindo de vitrine para novos talentos, proporcionando a eles a oportunidade conhecer variadas técnicas e estilos de artistas brasileiros e do exterior, além de promover o encontro entre os cartunistas consagrados. 
Abre importantes canais de comunicação aos amantes desta arte e com o público participante, especialmente aos que não tem acesso aos grandes jornais, revistas e livros ou até mesmo aos que não tem o hábito da leitura. 
A resposta do público é enorme, pelo fato do humor ter uma linguagem universal e pelo grande fascínio que a beleza plástica do desenho exerce nas pessoas, criando um apelo a mensagem que cada artista procura passar. 
Durante a realização do evento, a cidade e região se mobilizam para visitar, discutir e refletir sobre os trabalhos expostos. Eles representam a visão de artistas de todas as partes do mundo sobre os mais variados temas, como: meio ambiente, fome, desigualdade social, violência, política, guerra, racismo, entre outros. 
Todas as pessoas que visitam o salão saem de lá tocadas, ninguém fica indiferente, o que torna ainda mais gratificante a realização de um evento desta natureza. 
Uma forma de fomentar a cultura, levando às pessoas informação, consciência social e diversão por meio do entretenimento, estimulando também, o contato entre autores, público e afins.

Entrevista Diário de Caratinga / Parte 10

Grandes nomes do cartum mineiro recebem as boas vindas

Apresentação da corporação musical Banda Santa Cecília

O Salão de Humor sempre recebe um grande público.

Que ficam fascinados com os desenhos expostos

Tenda montada na praça central da cidade de Caratinga